CIANTEC

O que é?

Congresso internacional em Arte, Novas Tecnologias e comunicação.

O encontro de mentes que pensam, unindo o mercado e o acadêmico.

CIANTEC '20
CIANTEC '20

História

O CIANTEC, Congresso Internacional em Artes, Novas Tecnologias e Comunicação, é um congresso inter e transdisciplinar, idealizado por Paulo Cezar Barbosa Mello, artista, diretor de criação e professor doutor em artes.

Com foco em estreitar relações acadêmicas por meio do contato humano unindo teorias e ideias, caracteriza-se por sua experimentação e formatos que tentam romper com a clássica estrutura de eventos acadêmicos.  Eis que então o Dr. PC Mello, opta por elaborar um espaço em que seja possível diálogos horizontais entre participantes, congressistas, palestrantes, pesquisadores e artistas, aproximando ainda mais as trocas de percepções sobre arte, mídias, tecnologia e comunicação, sem deixar de lado a produção artística tanto dos pesquisadores quanto de artistas e artivistas.

Isto torna o CIANTEC um espaço de parcerias: pessoais, acadêmicas, profissionais e artísticas; e a cada novo encontro se reitera em sua contextualização social, abrangendo os polos geográficos da Europa e América Latina.

Nomes como Ana Mae Barbosa, Diana Domingues, Elza Ajzenberg, Katia Canton, Lev Manovich, Lucia Leão, Marcos Rizolli, Mírian Celeste, Rosana Paulino, Roy Ascott, entre tantos outros, são alguns exemplos que já abrilhantaram o CIANTEC e continuam a participar ativamente de todas as edições, quer seja como parte do comitê científico, quer seja como comunicadores nas redes sociais.

Cada edição foi especial e você pode conferir cada uma delas abaixo:

O CIANTEC ‘07 partiu do interesse de Paulo Cezar Barbosa Mello, na época integrante de dois grupos de pesquisa: CEPIA e COLABOR (Centro Multidisciplinar de Pesquisas em Criações Colaborativas e Linguagens Digitais). 

Em 5 dias de evento, acolhido pelo programa de Pós-Graduação em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo (PGEHA/USP) – tiveram lugar inúmeros debates acerca dos preconceitos em relação à arte digital e de quais seriam os possíveis caminhos para a arte no século que estava ainda se iniciando.

Com grande adesão da ECA/USP (Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo), FFLCH/USP (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo), do MAC/USP (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo) e com apoio da Universidade Sénior da Ajuda (Lisboa, Portugal), do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa – Lisboa, Portugal) e da Pós-graduação em Educação, Arte e História da Cultura do Mackenzie, o primeiro CIANTEC traz formatos diferentes de debates e de colaboração entre os participantes ao pensar sobre os “Caminhos da arte para o século XXI”. 

Uma das lembranças que ficaram presentes foi a produção de 250 ecobags à mão pela organização do evento. Com pinturas autorais por nomes conhecidos, entre eles Artur Matuck e Otávio Donasci, entregues aos congressistas, a tradição das ecobags permanece até hoje no Congresso.

O CIANTEC ‘08, “Ontem, hoje e amanhã: pluralidade de olhares em um percurso comum”, concretiza a natureza fluida dos processos artísticos também na organização do evento: traço disso foi a mudança de cenário, chegando à Universidade Presbiteriana Mackenzie, e de duração, passando de 5 para 3 dias.

O ambiente histórico e de beleza inquestionável reforçou o tema do ano, em que se discutiu a imutabilidade da arte e sua relação entre passado e futuro, junto com reflexões sobre as alterações temporais do termo “fazer arte”. Este foi o primeiro CIANTEC com participação internacional, tendo como convidados os professores Lev Manovich e Brett Stalbaum, da Universidade de Califórnia (UC San Diego).

O CIANTEC ‘09 chega na Universidade de Aveiro em Portugal reforçando o compromisso com a internacionalização dos conhecimentos.

Tratando de “Arte, tecnologia e comunicação: novos territórios do conhecimento”, os 3 dias de evento, com mais de 80% do público brasileiro, exploraram as interações entre arte, ciência, tecnologia e suas consequentes implicações éticas. A relação entre informação e conhecimento, hoje muito discutida e teorizada, já era objeto das reflexões da terceira edição do Congresso. Partindo dos princípios de integração e interação, o CIANTEC ‘09 contou com a presença de artistas renomados e professores que até hoje participam do evento, como Maria de Lourdes Riobom e Maria Magdalena Peñuela Uricoechea.

“Fenomenologia da Contemporaneidade”: este foi o tema do CIANTEC ‘10. Uma edição que se volta para dentro, preocupada em discutir as práticas acadêmicas cotidianas.

Para além das ideias sobre o papel do aluno e do professor, o que pautou o pensamento nos três dias de evento na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH/USP) foi o encantamento do cotidiano. Ao lembrar que o mundo continua a produzir maravilhas mesmo quando estamos quebrando a cabeça para produzir dois artigos ao mesmo tempo e com ideias completamente distintas, é que nos damos conta que deixamos de tentar refletir pelo puro prazer da reflexão. O espaço contemporâneo abre o olhar para múltiplas formas do pensar.

Tendo como tema “As imbricações da cultura contemporânea à popular”, o CIANTEC ‘12 inovou em inúmeras frentes: a partir desta edição, os encontros começaram a acontecer com periodicidade bienal.

O local escolhido também não deixa de ser um respiro ao mundo acadêmico: realizado em Inhotim, o Congresso pôde colocar em prática uma interação muito bem-vinda entre seus participantes e a instituição. Além disso, esta foi a primeira edição em que as comunicações começaram a ser apresentadas no formato de vídeo de três minutos, hoje já uma tradição. Em cada mesa temática, os vídeos dos participantes em questão são exibidos. Depois, um moderador discute a apresentação e abre espaço para o diálogo de todo o público participante. De grande repercussão, o CIANTEC ‘12 possibilitou o andamento de muitas pesquisas e reflexões a respeito da cultura popular na contemporaneidade.

De Brumadinho para Campo Grande, o CIANTEC ’14 levou os participantes a debaterem sobre “A Natureza Contemporânea da Arte”.

Durantes três dias, alunos, professores, pesquisadores, artistas e o público em geral puderam se aprofundar mais na questão do que é realmente e naturalmente contemporâneo, levando em consideração principalmente os tópicos sobre artivismos e pensamentos ecológicos.O Museu de Arte Contemporânea do Mato Grosso do Sul (MARCO) foi o palco desse encontro, que mais uma vez recebeu destaque e apreço pela mídia e população local.

O CIANTEC’ 16 trouxe um de seus temas mais polêmicos até hoje: “A Força do Terror como Inspiração Criativa: Filhos do Cotidiano Contemporâneo”.

Violências, dores, identidades apagadas, morte, todas essas questões em seus atravessamentos com a arte foram trazidos à tona pelos participantes. Um destaque da edição foi a presença da artista Rosana Paulino. Com o CIANTEC’ 16, uma nova estética começou a ser pensada, em um contexto que não se liga apenas à tecnologia, mas principalmente às formas de vida e vivências individuais e coletivas. A exposição de arte da edição reflete este sentimento.

Continuando com a ruptura estética iniciada dois anos antes, o CIANTEC ‘18 propõe como tema “O Dogmático mercado de arte: uma crítica contemporânea em desenvolvimento”.

Entre dogmas e polêmicas, o mercado de arte para muitos ainda constitui a única fonte de inserção do artista no sistema das artes. O que é este mercado? Há alternativas e margens possíveis para o artista? Existiria uma diferenciação entre o artista acadêmico – aquele que aproxima sua poética às suas pesquisas de pós-graduação e ensino – e o artista do mercado? Essa divisão deve ser feita? Com um grande número de artistas, essa edição ocorreu em São Paulo, na Galeria de Arte do Clube A Hebraica.

CIANTEC’ 20: “Arte: um corpo político”. 

É inegável que passamos por uma profunda crise ideológica e criativa. Na verdade, deparamo-nos com crises na esperança. Como agarrar uma esperança neste momento atual, onde vivemos em um mundo em que a política além de desprezada é mal compreendida, sendo reduzida a um mero partidarismo? A noção de política, ao contrário, vem da ideia de polis: cidade, corpo social. Desse corpo social, entre ideias, ações e fatos, podemos depreender que tudo se relaciona e se refere à política. Assim, arte, como reflexo da vida, é política, pois cria corpos políticos, faz esta política de modo a compensar ou enaltecer a situação de cada um na cidade e no mundo. Neste momento de incompreensão do mundo, talvez nos restaria olhar e escutar o outro: o que é/quem é cada um? Ao entendermos isso, podemos encontrar uma chave para vivermos coletivamente. É nessa esteira de possibilidades de planejar um mundo melhor e de não fecharmos os olhos para aquilo que não nos agrada que se alicerça o CIANTEC’ 20.

“O CIANTEC é uma forma mais simples de ousar, de questionar e de fazer o mundo um lugar melhor com a arte.”

PC Mello

Livros

A cada edição do CIANTEC, são publicados os artigos e a ata do que aconteceu durante o evento. 

Aqui você encontra as publicações passadas, baixe-as e compartilhe conhecimento.

Equipe

Um Congresso feito com muita dedicação à muitas mãos. Aqui estão as pessoas responsáveis por cada detalhe das últimas edições.

PC Mello

Idealizador e Diretor

Pati Oliveira

Produção

Aila

Produção

Rita Gioz

Produção

Lucas Tolotti

Produção

Roberta Peniche

Produção

Vivi Lamperth

Mídias Sociais e Website

Marcus Vinicius

Mídias Sociais e Website

Você

Pesquisador e/ou artista

CIANTEC em participações e
potencial de influência

0
Professores Universitários
0
Artigos Publicados
0
Ouvintes
0 mi
Pessoas Impactadas

Copyrigth©2020 – Todos os direitos reservados.

Newsletter

Para saber mais, deixe seu email.

Redes Sociais

  • @CIANTEC
  • @ciantec_fotos

Contatos

  • org@ciantec.net

Desenvolvido por – WMC Publicidade